3 dicas para toda bailarina cuidar bem do próprio dinheiro

Como você lida com as suas finanças? Ser artista no Brasil não é fácil, a gente sabe. Os investimentos são enormes, os cachês pequenos e as oportunidades escassas. Não deixe que a desorganização com o dinheiro faça com que você desista do seu sonho de viver da sua arte. Listamos para você três dicas que valem ouro, literalmente (ou quase). 1 – Planeje Planejamento não serve só para você pensar como vai gastar o que ganha. Serve também para você evitar que compromissos e compras de última hora levem seu dinheiro para o limbo. Observe sua agenda de shows a cada começo de mês, verifique se, por exemplo, os figurinos que você pretende usar estão em dia – contratar uma costureira para apertar uma saia vai custar bem mais caro se o prazo estiver apertado. O mesmo serve para os espetáculos, por exemplo – se você se planejar direitinho, vai conseguir distribuir as despesas ao longo do ano, sem susto nem perrengue em dezembro. 2 – Faça reservas A gente sabe que juntar dinheiro não é fácil, mas o esforço vale muito a pena. As pequenas reservas, assim como o planejamento, fazem com que seu dinheiro renda mais – além de evitar o endividamento. Para continuar no exemplo do figurino, não é novidade para ninguém que, em geral, os ateliês oferecem descontos para quem paga à vista – em dinheiro, então, melhor ainda. Se o seu ateliê preferido oferece, por exemplo, 10% de desconto para pagamentos à vista, você pode ficar surpresa com o tamanho da economia. Se você comprar um figurino de R$ 500 por mês, ao final do ano terá economizado R$ 600 – o suficiente para você adquirir um outro figurino com acessórios incluídos. Vale ou não vale a pena guardar um pouquinho de cada cachê? 3 – Não finja demência para o seu dinheiro Eu costumo dizer que é preciso ter respeito pelo dinheiro que se conquista, para que ele respeite o bolso que ele habita. Como assim? Saiba sempre tudo o que está acontecendo com a sua conta bancária e fique de olho nos parcelamentos e compras do dia-a-dia. Essa é a única forma de não entrar em desespero toda vez que chegam as contas. De nada adianta olhar para o envelope com a fatura do cartão de crédito e fingir que ele não está ali. Evitar o contato com as próprias dívidas atrasa a sua vida e empurra o problema – mas vale lembre que sobre esse tipo de “problema” correm juros, ou seja, quanto maior a demora para resolver, maior o preço que você vai pagar. Vamos colocar essas dicas em prática? Comece hoje mesmo!